Faz algum tempo que nao escrevo sobre ti e para ti. Lembro-me de quando te pensava , te escrevia e sozinhos te lia.
O fascinio era enorme, nao via mais nada, durou ate que (achámos nós) acabou. Nunca, ate hoje , percebi se acabou ao certo, porque sempre que te via tinha de te ler. O tempo passou e o interesse ficou escasso com ele mas o amor esse sempre durou e perdurou.
Hoje pensei em ti e escrevi-te.
Contigo sempre foi tudo muito incerto, menos aquilo que sempre foi certeiro, e quanto a isso ja me habituei. Tal como á tua presença do meu lado na cama e na banheira, na mesa e no sofa. Começaste a fazer parte de mim , juntamente com os teus defeitos.
Amanha irei ver-te , tal como te vi ontem. Irei ler-te ? Certamente, provavelmente.
Contudo, obrigada por todas as liçoes que me deste e todos os sumarios que em mim fizeste.
Ja la vai um tempo, meu puto.
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